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Talvez por cacoete profissional, chama a minha atenção um paradoxo.

Algo que parece se agravar com o tempo.

É que quanto mais os meios de comunicação e a tecnologia evoluem e se democratizam, mais o diálogo entre as pessoas encolhe.

Em todos os campos de atuação, seja governo, empresa, ou pessoas, o fenômeno se repete. Dá a impressão que as redes sociais não vieram para facilitar, mas sim para confundir.

 Hoje, fato e inúmeras versões do mesmo fato se emaranham de tal forma que impedem distinguir onde começa um e termina o outro.

Neste contexto, acredito que a minha vivência acumulada em campos aparentemente desconexos à comunicação – como negócios, tecnologia e viagens – permitem oferecer uma contribuição diferenciada.

Como assim? Vamos começar pelo final: as viagens são a melhor vacina contra a intolerância, o preconceito e a falta de conexão entre as pessoas. A tecnologia – do avião à internet – ajudou demais, e ainda mantém a nobre missão de encolher o planeta. Os negócios viabilizam a indústria de turismo (por exemplo seja, são responsáveis por até 80% da ocupação de aviões e hotéis).

 Aqui neste espaço quero registrar este movimento sadio em prol de um mundo melhor.  Para isto, prometo uma visão jornalística crítica, independente e construtiva.

Mas a palavra final será sua, que com sua leitura e participação, definirá se este espaço é relevante ou apenas mais um a engarrafar o trânsito digital.    

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