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16 de janeiro de 2015
Nem o frio terrível somado a um vento demolidor consegue arrefecer ânimos.

Ninguém desiste da fila de quatro horas para visitar a casa onde viveu Anne Frank durante a ocupaçao nazista.

Mas este pequeno sacrifício em 2015 vale cada segundo do visitante ao entrar no local onde se esconderam Anne e outras 7 pessoas no começo dos anos 40.   

Extremamente bem organizado e emocionante, esperar do lado de fora deste museu passa num instante para todos os que se comovem com o drama desta adolescente holandesa cujo único pecado foi nascer judia. Um visita imperdível, até debaixo de neve e chuva.

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