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Muitas agências de viagens devem estar de luto com a decisão do governo comprar passagens aéreas sem intermediação.

A partir de agora, todos os órgãos da administração pública federal podem adquirir tickets direto das companhias aéreas.

Não é pouco. De acordo com o Ministério do Planejamento, em 2014 as despesas com passagens pelos órgãos federais chegaram a quase R$ 500 milhões. As novas regras também valem para aquisição de passagens terrestres, ferroviárias, marítimas e fluviais.

Estudos feitos pelo governo apontam economias de até 30% com esta medida. Exageros à parte, é evidente que há ganhos financeiros quando um elo da cadeia deixa de abocanhar um tasco da verba.  

Este não é um fato isolado, pois atinge todos os setores produtivos. A desintermediação é um caminho sem volta. A exemplo de outras indústrias que foram violentamente sacudidas pelo vendaval digital, está na hora das agências de viagens assimilarem a nova economia. É preciso que as lideranças antenadas com os novos tempos abandonem de vez dogmas obsoletos para reencontrar vocações, sob pena de comprometer o próprio futuro.   

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